terça-feira, 16 de outubro de 2012
Ricardo Vignini e Zé Elder
Moda de Rock
Ricardo Vignini & Zé Helder Em 2007, dois violeiros nascidos em 1973 e membros da banda Matuto Moderno, se juntaram para tocar e adaptar clássicos do rock para viola caipira. A ideia inicial de Ricardo Vignini e Zé Helder era mostrar a potencialidade do instrumento para seus alunos e lembrar-se das diversões da adolescência que tinham essa música como trilha sonora. O lançamento do CD “Moda de Rock & Viola Extrema” em 2011 se tornou um sucesso de mídia, vendas e de shows realizados em diversas regiões do Brasil e nos EUA
www.modaderock.com.br
Ricardo Vignini de São Paulo
É um dos violeiros mais atuantes do Brasil, produtor e pesquisador de cultura popular do sudeste, ao lado da banda Matuto Moderno gravou quatro CD´s, lançou em 2010 o CD solo instrumental “Na Zoada do Arame” e participou dos principais eventos sobre a viola no Brasil. Dono do selo Folguedo dedicado a música caipira.
Foi um dos palestrantes no “Primeiro Seminário Nacional de Viola Caipira” - 2008, realizado em Belo Horizonte/MG”. Dividiu o palco com os artistas americanos Bob Brozman em turnê brasileira em 2003 e Woody Mann em 2006 e 2008, em 2006 também tocou com Christiaan Oyens e o gaitista Sérgio Duarte.
Acompanha as cantoras Kátya Teixeira e Maria Dapaz. Leciona viola caipira e guitarra há 18 anos e produz CD´s de vários artistas há 12 anos. Produziu três CDs e um DVD do Índio Cachoeira. Tocou e gravou também com: Socorro Lira, Pena Branca, Levi Ramiro, Pereira da Viola, Os Favoritos da Catira, Ivan Vilela, Paulo Simões, Paulo Freire, Roberto Correa, Renato Teixeira, Almir Sater.
www.ricardovignini.com.br
info@ricardovignini.com.br
Zé Helder - Cachoeira de Minas
Zé Helder tem dois CDs solos: “A Montanha” (Pedralva - 2004) e “No Oco do Bambu” (São Paulo – 2009), com participações especiais de Ivan Vilela, Dani Lasalvia, Índio Cachoeira, Guca Domenico.
Gravou também com o grupo Orelha de Pau (2002), além de participações em CDs de diversos artistas, entre eles Levi Ramiro e o CD Caminho da Fé, da Cantora Walgra Maria, produzido por Dércio Marques.
Acompanhou a cantora Ceumar.Também tem algumas composições gravadas por artistas do sul de Minas. Em 2010, passou a integrar o grupo Matuto Moderno, onde assumiu a viola (junto com Ricardo Vignini) e os vocais (junto com Edson Fontes).
Formado em Licenciatura Plena em Música, criou o curso de viola caipira no Conservatório de Pouso Alegre (CEMPA), e atualmente leciona o instrumento no Conservatório Municipal de Arte de Guarulhos. Ricardo Vignini é Zé Helder são endorsee da D’addario e Terra Brasil da Tagima.
www.myspace.com/zehelder
Beto Quadros
“Músicas dos Brasil” reúne em seu repertório canções da cultura popular de diversas regiões brasileiras e composições de autores contemporâneos influenciados por esta cultura.
Muitas das canções apresentadas são o resultado de pesquisa realizada em acervo de gravações produzido pelo musicista Marcus Pereira entre 1971 e 1973 retratando o que de mais importante havia no universo da cultura musical regional no Brasil da época.
Com um trio formado por Beto Quadros (violão e voz), Denílson de Paula (percussão e voz) e Hugo Cardoso (contrabaixo) são apresentados diversos gêneros como Fandango, Calango, Samba de Roda, Moda, Chula, Choro, Carimbós e Cirandas.
Com duração de até 75 minutos a apresentação é leve e bem humorada contextualizando as músicas através de comentários e informações sobre os gêneros, suas raízes sócio-culturais, estruturas musicais e personagens importantes.
O objetivo de “Músicas do Brasil” é colocar o público jovem e adulto em contato com a diversidade musical popular brasileira ampliando e enriquecendo suas referências.
Fabrício Conde
Fabrício Conde gravou três discos autorais e um DVD.
Seu trabalho já foi apresentado em várias cidades do Brasil e do exterior.
Foi o vencedor do 1º Concurso Estúdio 66 Instrumental, realizado pelo Canal Brasil em 2012.
Teve suas músicas apresentadas pela Rádio BBC, de Londres, e seu DVD “Âncora” apresentado pelo canal de TV Afro Music, na Europa.
Pereira da Viola
Os autênticos violeiros desafiam o tempo e os modismos musicais. Fieis ao instrumento que lhes da autenticidade e garantia de sobrevivência espiritual e material, seguem seu caminho sem esquecer o ponto de partida, isto é, suas raízes culturais: berço de inspiração e motivo para ir em frente, reunindo todos que apreciam e acreditam nessa forma de cantar e ver o mundo.
Pereira da Viola é um desses artistas que ainda povoam de sonhos as infinitas estradas do mundo. Artista consciente de seus cantares e encantamentos sonoros, ele surge como um ícone de uma cantoria interminável, que vai passando de geração a geração pelos traços bem definidos da viola.
Nascido na Comunidade Quilombola de São Julião – distrito de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri em Minas Gerais, Pereira é filho de foliões: João Preto (sanfoneiro) e Mãe Augusta (cantora de Folia de Reis e de todo tipo de cantigas de roda, batuques, entre outras).
Ainda criança, acordava à noite ao som das folias que visitavam sua casa trazendo violas, sanfonas, caixas de folia e muita cantoria. Ele considera este ambiente sonoro a principal base de sua musicalidade. É através dela que o artista proporciona uma leitura ampla da riqueza poética, melódica e da diversidade rítmica da música regional, contribuindo diretamente para a preservação e divulgação dessas manifestações culturais.
Ainda muito jovem, foi presidente do Sindicato de Trabalhadores Rurais de Serra dos Aimorés, pequena cidade próxima à comunidade onde nasceu. A militância junto aos sindicatos de trabalhadores rurais e a intimidade junto ao setor cultural de MST também moldaram decisivamente a personalidade e o comprometimento artístico de Pereira com amplos setores dos movimentos sociais. Nascido em uma das regiões mais pobres do país, negro, trabalhador rural, poeta, cantor, folião e violeiro, aclamado pela crítica como um gênio em sua arte, ele é, organicamente, um dos porta-vozes de uma expressiva parcela do universo rural brasileiro.
Em 2004, a representatividade de Pereira da Viola tornou-se ainda mais evidente, a partir de sua participação decisiva no Encontro Nacional de Violeiros, que aconteceu em Ribeirão Preto (SP) e reuniu mais de 15.000 pessoas numa maratona musical de 16 horas, com violeiros de todo o país. A grande novidade do encontro foi a criação da Associação Nacional dos Violeiros, criada com o objetivo de resgatar a cultura sertaneja e lutar por melhores condições de trabalho para a categoria. Nesse Encontro Pereira foi eleito presidente da entidade, em mais um reconhecimento nacional pela sua luta em prol da viola caipira.
A realização deste projeto sintetiza e amplifica essa trajetória impar. Com o DVD “Menina Flor”, Pereira reúne 25 anos de trabalho em composições, parcerias e andanças pelo país onde inclui, aglomera, e extrapola a diversidade da música regional, aumentando a visibilidade da criação artística de Minas Gerais e contribuindo para o enriquecimento e divulgação das artes, lendas e crenças do povo mineiro e brasileiro.
Produzindo seus registros fonográficos pessoalmente ou através de pequenos selos regionais, Pereira nunca deixou de colocar a arte em primeiro plano, aspecto facilmente identificável na alegria e de seus espetáculos. Quem o conhece pessoalmente sabe como esta máxima é indissociável da sua personalidade. Para concretizar mas um sonho/objetivo, Pereira da Viola, busca os mecanismos previstos na Lei Federal de Incentivo à Cultura, o apoio necessário para defender com cordas e vozes a cultura regional brasileira.
Chico Lobo
O violeiro Chico Lobo - dono de um a presença de palco forte e cativante no Brasil e exterior –,conforme tem demonstrado (há três anos em terras Portuguesas e recentemente na Ilha da Madeira onde representou o Brasil), ao longo de sua carreira.
Chico Lobo Violeiro, compositor, apresentador de TV, Chico Lobo é natural de São João Del Rei, toca viola caipira desde os 14 anos. A crítica o considera um dos m ais ativos e efetivos violeiros no processo de popularização da tradição musical do cenário brasileiro. É um artista consciente do seu importante papel no universo da viola caipira, da música que canta os valores regionais. E é desse modo que domina o palco com presença e comunicação ímpares. Sobretudo, com a sua paixão pela nossa cultura. Foi nomeado Embaixador do Divino Espírito Santo (Festa folclórica de S.J.Del Rei) e Guarda Coroa de Sto. Antônio (Congado/M G ). E, com a viola na mão, canta as folias, os congados, os catiras, as modas, suas raízes de modo muito envolvente junto a sua excepcional banda. Profissional inquieto, Chico Lobo já lançou vários CDs. O de estréia, “No Braço Dessa Viola”, foi finalista ao Prêmio Sharp 97. Destaca-se ainda a participação de Chico Lobo no CD “Cantoria Brasileira” - que marcou a com em oração dos 25 anos da gravadora Kuarup –, indicado ao Grammy Latino. Seu 1º DVD, “Viola Popular Brasileira”, é pioneiro no gênero artístico da viola no Brasil. Lançou esse ano o 1º CD no mundo que registra o encontro da viola mãe com a viola filha, em um a produção Brasil/Portugal. Sua carreira já o levou a inúmeros palcos do Brasil e do mundo. Sempre atento em descobrir novos valores e contribuir na divulgação de novos artistas, Chico Lobo idealizou e apresenta há 05 anos o Programa de TV “Viola Brasil”. Mantém coluna fixa na Revista Viola Caipira. E apresentou durante 3 anos o programa de rádio “O Canto da Viola”. Suas músicas têm sido utilizadas em diversos programas de TV e novelas como “América” da Rede Globo e “Bicho do mato” da Record. Chico Lobo é considerado um violeiro de estirpe, mestre das notas choradas e um compositor que cria obras que destroem qualquer preconceito musical. Em 2008/2007 foi o Diretor Musical do espetáculo multicultural, “O Homem que À Terra Canta”, apresentado: no IV Encontro de Culturas de Serpa (Portugal); no 1º Encontro da Rede Internacional de Municípios pela Cultura em S.João Del Rei e esse ano em Almodóvar e em Vila Nova de S.Bento no Alentejo (Portugal) que reuniu artistas de Portugal, Espanha, Cabo Verde e Brasil.
Violeiros Matutos
Violeiros Matutos é um grupo de cantores e violeiros, formado em 2002, com a proposta de divulgar a música de viola, instrumento este que veio de Portugal na época da colonização portuguesa, trazida pelos jesuítas e usada na catequização dos índios.
Violeiros Matutos possui quatro CDs gravados. Os dois primeiros, (usados apenas para divulgação) trazem arranjos próprios para os grandes clássicos da música de raiz, como: Velha Porteira (Helio Alves e Ziltinho), Tardes Morenas de Mato Grosso (Valderi e Goiá), Meu Primeiro Amor (José Fortuna), Vaca Estrela e Boi Fubá (Patativa do Assaré), Cai Sereno (Eupidio dos Santos) entre outras.
Recebeu em 2010 o “Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira” oferecido pelo IBVC (Instituto Brasileiro de Viola Caipira) na categoria Grupo de Viola.
Em 2012, na etapa eliminatória do festival “Viola de Todos os Cantos” da EPTV (filiada à Rede Globo), ocorrida em Araraquara,SP, a música “Minha Siba” de autoria de Sérgio Penna, defendida pelo grupo, classificou-se em primeiro lugar, garantindo a participação na etapa final do evento, em Poços de Caldas, MG, quando conquistou o 3º lugar, na categoria “música raiz”.
No “Troféu Voto Popular”, na categoria raiz, a canção “Minha Sina” foi a mais votada.
Grupo Viola Serena
O Grupo Viola Serena nasceu em 2001 , como formação de Orquestra de Viola Caipira, pela batuta do Mestre Braz da Viola
De lá pra cá, diversas formações aconteceram e em meados do ano 2006 uma nova formação, com 3 violas e um violão , tomou forma e se estabeleceu.
A formação atual conta com a viola do Doc (Maurício Guimarães) , e com a viola do Zezé (Rodrigo Carvalho) e o violão/guitarra do Tyba (Fabrício Pereira).
O grupo achou sua cara e lançou o primeiro CD - Minas Fogão e Viola, no evento de 2010.
Misturando varias influências o som caipira se transformou em regional, e as letras contam situações engraçadas, sentimentais e falam muito do dia a dia de Minas.
Um trabalho original e de muito bom gosto. O Grupo já trabalha nas composições do próximo álbum.
O Show acontece com apoio de outros músicos, percussão bateria e contra-baixo. Imperdível!
Juliana Andrade
Nascida no bairro de Santo Amaro no Estado de São Paulo, Juliana começou a tocar viola aos 15 anos inluenciada pelo pai... Por não se identificar com as músicas que tocavam na época e não se encontrar na modernidade do universo músical Juliana já amava a moda de viola e todo o universo caipira...
Seu Francisco foi pai e professor da violeira que recebeu dos ouvintes e telespectadores da Rádio e Televisão Cultura o título de “Princesa da Viola”, o que foi inspiração para seu primeiro CD instrumental “A Viola da Princesa” que foi lançado no ano de 2000...
Em 2000 ainda Juliana formou dupla com a cantora Jucimara e juntas gravaram o CD Violeiras do Brasil, destacando a canção “Invernada da Recordação” que foi campeã do Festival Rose Abrão de música caipira que acontece anualmente na cidade de Barretos, Juliana Andrade e Jucimara foi a única dupla FEMININA a conquistar o troféu de 1° lugar neste festival que já está em sua 29° edição.
Juliana foi esposa do Saudoso Ronaldo Viola, que infelizmente veio a falecer no ano de 2004, mas sem deixar a peteca cair, gravou seu segundo CD instrumental “A Violeira do Universo”, com uma canção em homenagem ao seu esposo “Viola Faceira”.
Seguindo dupla com Jucimara gravaram o CD “Bolha de Sabão” (violeiras do Brasil vol.2), e em 2009 o novo CD Espada da Esperança onde já se destaca a moda “Pássaro Sem Ninho”.
Juliana tem se apresentado em importantes encontros de violeiros que acontecem pelo país dando destaque para POXORÉO, onde foi aplaudida em Pé pelo público presente ao executar um solo de viola. Não deixando essa paixão pelo instrumento morrer nunca em sua carreira Juliana lança oficialmente no dia 22 de Janeiro de 2011 na cidade de São Francisco Xavier S.P, seu novo CD instrumental que gravou juntamente com o violeiro Cleiton Torres parceiro de moda e esposo o álbum “AMOR E VIOLA”, com 16 solos de viola, homenageando grandes violeiros do passado e do presente, Bambico, Gedeão da Viola, Divino, Marcos Violeiro e também com composições próprias e do marido Cleiton Torres... Um grande lançamento para os fãs da viola caipira...
Orquestrinha São Xico
Formada por 9 meninas e 2 meninos com idade de 10 a 16 anos, todos moradores
de São Francisco Xavier - SP, sob a direção artística de Bartira e Braz da Viola,
a Orquestrinha São Xico, emociona desde o primeiro instante o ouvinte.
No repertorio, canções Brasileiras de autores como Milton Nascimento, H.Villa Lobos,
Mamonas Assassinas, Pitty, Genival Lacerda, Zeca Baleiro, Renato Teixeira, Adriana Calcanhoto, Kid Abelha entre outros.
As crianças, usando como principal instrumento a viola caipira, desenham um painel musical com muita emoção e bom humor.
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